Metallica – …And Justice For All

28 06 2009

Justice1988

…And Justice For All é o 4º disco da maior banda de metal de todos os tempos, lançado em 1988. É também o primeiro disco da banda sem o baixista Cliff Burton, que morrera (rasguei agora) na turnê do Master Of Puppets em um acidente com o ônibus da banda.
É considerado um álbum muito controverso. Nenhum álbum do Metallica mantem a mesma linha, mas a mudança do”Master Of Puppets” pro “…Justice For All” foi radical. O tema do álbum é a injustiça, o sistema legal, a liberdade limitada, guerra, loucura e fúria, o baixo praticamente não é ouvido e contém as mais complexas estruturas musicais já feitas pelo Metallica. Tanto que é muito difícil a banda tocar músicas desse álbum ao vivo. Ele foi chamado pela AllMusic de “a obra-prima ligeiramente imperfeita e o apogeu dos anos psicodélicos do Metallica”. Bonito isso.
O Justice” (pros íntimos) chegou ao 6º lugar da Billboard e rendeu a banda a primeira indicação ao Grammy na categoria Melhor Performance de Hard Rock/Metal. Mas perderam pra banda Jethro Tull, que nem de hard rock é. Em 2007 a Entertainment Weekly listou esse fato entre os “10 Fatos Mais Chateantes do Grammy”. Mas em 1990 a música One ganhou o prêmio de “Melhor Performance de Metal”. O solo de “One” está no número 7 da lista da Guitar World dos “Melhores Solos de Guitarra de Todos os Tempos”. E “One” também foi a música que recebeu o primeiro clipe da banda. O que fez parte dos fãs se revoltarem dizendo que a banda havia se vendido, e blá blá blá… Foda-se! A música é linda e o clipe muito bom. O álbum tá na posição #9 da IGN na lista dos 25 melhores álbuns de metal. E o “Justice” é o terceiro álbum do Metallica nessa mesma lista. O “Master Of Puppets” é dono do 1º lugar e o “Ride The Lightning” tá lá entre os dois, no 5º lugar.
A capa do álbum álbum reproduz da imagem da Dona Justiça, apelidade de Doris pela banda,  quebrada e limitada por cordas, com os dois pesos da balança cheios de dólares e com as tetas de fora. As escritas “…And Justice For All” pixada no canto. A capa foi feita por Stephen Gorman depois de ouvir ter a concepção de James e Lars. O álbum vendeu 8 milhões de cópias só nos EUA.

Tracklist:
1. Blackened – 6:42
2. …And Justice for All – 9:45
3. Eye of the Beholder – 6:25
4. One  – 7:26
5. The Shortest Straw  – 6:35
6. Harvester of Sorrow  – 5:45
7. The Frayed Ends of Sanity – 7:43
8. To Live is to Die – 9:48
9. Dyers Eve – 5:13

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The Black Crowes – The Southern Harmony and Musical Companion

25 06 2009

Harmony1992

The Southern Harmony and Musical Companion (pra que um nome desse tamanho?) é o segundo álbum da banda norte america que deu uma repaginada no hard rock, The Black Crowes, de 1992.
Esse álbum tem números interessantes: foi o primeiro álbum da história a colocar 4 hits no primeiro lugar, e são “Remedy”, “Thorn In My Pride”, “Sting Me” e “Hotel Illness”. “Remedy” permaneceu no topo por mais de 11 semanas. O recorde anterior era da banda ZZ Top, em 1990 com 3 músicas. O álbum também alcançou o primeiro lugar da Billboard e está no 100º da lista da Guitar World dos “Gratest 100 Guitar Albums of All Time”. Mais fama, bebidas e mulheres fáceis pros garotos!

Tracklist:
1. Sting Me – 4:39
2. Remedy – 5:22
3. Thorn in My Pride – 6:03
4. Bad Luck Blue Eyes Goodbye – 6:28
5. Sometimes Salvation – 4:44
6. Hotel Illness – 3:59
7. Black Moon Creeping – 4:54
8. No Speak No Slave – 4:01
9. My Morning Song – 6:15
10. Time Will Tell (Bob Marley) – 4:08

Bonus tracks:
1. Sting Me (Slow) – 5:48
2. 99 lbs. (Don Bryant) – 4:18

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Babyshambles – Shotter’s Nation

23 06 2009
Shotter’s Nation é o segundo álbum da banda indie/britpop Babyshambles, lançado em 2007. É muito bem recebido por conta do excelente predecessor, Down In Albion, e não decepciona. Pelo contrário. Fode com tudo!
É um disco excelente, que recebeu excelente revisões. Menos da Rolling Stone, que é do contra. É o primeiro álbum do Babyshambles em uma grande gravadora. A Parlaphone, subsidiária da EMI.
O guitarrista dos Strokes, Albert Hammond, gravou algumas faixas desse álbum, mas quais não foram reveladas por Doherty.
Uma edição especial do álbum foi lançada com um DVD com 40 minutos de entrevistas de música por música, um review; 5 músicas ao vivo tocadas no festival Boogaloo em julho de 2007 e o clipe de “Delivery”, grande hit do álbum.
A capa do álbum é uma pintura de Alizé Meurisse, baseada em outra pintura, The Death of Chatterton, de Henry Wallis, do ano de 1856, e uma foto de Kate Moss, então namorada de Pete Doherty, que foi trocada por algo parecido. Kate Moss também abriu de receber royalties de algumas música que ela co-escreveu para o álbum.
A banda promoveu o álbum com aprições em programas de tv e rádio, inclusive tocando “Delivery” EMA (premiação da MTV americana, tipo a merda do VMB). Essa apresentação muito aclamada. (Usei “aclamada” por que não me veio nenhuma palavra equivalente a cabeça, por que odeio formalidades, mas tô com preguiça).
Esse álbum ficou em 14º na lista da NME dos melhores álbuns do ano. Foda-se NME!
Tracklist:
1. Carry On Up the Morning – 2:58
2. Delivery  – 2:42
3. You Talk  – 3:30
4. UnBiloTitled  – 3:52
5. Side of the Road – 2:09
6. Crumb Begging Baghead – 3:44
7. Unstookie Titled – 4:30
8. French Dog Blues – 3:32
9. There She Goes – 3:36
10. Baddie’s Boogie – 3:55
11. Deft Left Hand – 4:04
12. Lost Art of Murder – 4:38

Nation2007

Shotter’s Nation é o segundo álbum da banda indie/britpop Babyshambles, lançado em 2007. É muito bem recebido por conta do excelente predecessor, Down In Albion, e não decepciona. Pelo contrário. Fode com tudo!
É um disco excelente, que recebeu excelente revisões. Menos da Rolling Stone, que é do contra. É o primeiro álbum do Babyshambles em uma grande gravadora. A Parlaphone, subsidiária da EMI.
O guitarrista dos Strokes, Albert Hammond, gravou algumas faixas desse álbum, mas quais não foram reveladas por Doherty.
Uma edição especial do álbum foi lançada com um DVD com 40 minutos de entrevistas de música por música, um review; 5 músicas ao vivo tocadas no festival Boogaloo em julho de 2007 e o clipe de “Delivery”, grande hit do álbum.
A capa do álbum é uma pintura de Alizé Meurisse, baseada em outra pintura, The Death of Chatterton, de Henry Wallis, do ano de 1856, e uma foto de Kate Moss, então namorada de Pete Doherty, que foi trocada por algo parecido. Kate Moss também abriu de receber royalties de algumas música que ela co-escreveu para o álbum.
A banda promoveu o álbum com aprições em programas de tv e rádio, inclusive tocando “Delivery” EMA (premiação da MTV americana, tipo a merda do VMB). Essa apresentação muito aclamada. (Usei “aclamada” por que não me veio nenhuma palavra equivalente a cabeça, por que odeio formalidades, mas tô com preguiça).
Esse álbum ficou em 14º na lista da NME dos melhores álbuns do ano. Foda-se NME!

Tracklist:
1. Carry On Up the Morning – 2:58
2. Delivery  – 2:42
3. You Talk  – 3:30
4. UnBiloTitled  – 3:52
5. Side of the Road – 2:09
6. Crumb Begging Baghead – 3:44
7. Unstookie Titled – 4:30
8. French Dog Blues – 3:32
9. There She Goes – 3:36
10. Baddie’s Boogie – 3:55
11. Deft Left Hand – 4:04
12. Lost Art of Murder – 4:38

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The Strokes – First Impressions of Earth

22 06 2009

Impressions2006

First Impressions of Earth é o terceiro e, até então, o último álbum do Strokes, lançado em 2006. Seria produzido por Gordon Raphael, que produziu os discos anteriores da banda. Mas o guitarrista Albert Hammond apresentou ao restante da banda David Kahne, que produziu artistas como Sublime, Paul McCartney e Tony Bennett, com quem ganhou o Grammy de “Álbum do Ano” em 1995 pelo “MTV Unplugged: Tony Bennett”. Ele foi contratado para colaborar com Raphael na produção. Mas a parceria acabou não dando certo e Gordon Raphael pulou fora, deixando Kahne livre na produção.
Algumas semanas antes do lançamento oficial do álbum, foi lançado o single “Juicebox”. O álbum foi lançado, mas dessa vez reebeu críticas diversas, ao contrário dos anteriores. Foi muito contestado e, nos Estados Unidos, teve vendas abaixo dos álbuns anteriores. É o primeiro disco dos Strokes a receber o Parental Advisory Label. Ou seja: o disco tem conteúdo ofensivo. FINALMENTE!
Foi listado pela NME na 8ª posição na lista dos “Melhores Álbuns de 2006″; o primeiro disco da banda a alcançar o primeiro lugar da Billboard, no mundo inteiro, mas apenas 4º lugar nos Estados Unidos, e também o primeiro disco da banda a receber disco de platina.
É um disco excelente e bêbado. Compre uma caixa de Heineken (ou Brahma, que é a cerveja favorita dos caras) e tenha uma boa audição.

Tracklist:
1. You Only Live Once – 3:09
2. Juicebox – 3:17
3. Heart in a Cage – 3:27
4. Razorblade – 3:29
5. On the Other Side – 4:38
6. Vision of Division – 4:20
7. Ask Me Anything  – 3:12
8. Electricityscape – 3:33
9. Killing Lies  – 3:50
10. Fear of Sleep – 4:00
11. 15 Minutes – 4:34
12. Ize of the World – 4:29
13. Evening Sun – 3:06
14. Red Light – 3:11

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The Strokes – Room On Fire

22 06 2009

Room2003

Room On Fire é o segundo disco do Strokes, lançado em 2003.
Esse álbum era pra ser produzido por Nigel Godrich, que produziu bandas como Beck e Radiohead, e ganhou os prêmios Grammy de “Melhor Álbum Alternativo” e “Melhor Álbum do Ano” com o Radiohead pelo álbum Kid A. Mas isso não foi o suficiente. Os caras da banda acharam que Godrich deixou o álbum “sem alma”, e voltaram com o produtor do Is This It, Gordon Raphael.
Room On Fire foi bem recepcionado pela crítica e pelo público devido ao sucesso do álbum anterior. Alcançou o 2º lugar em vendas no Reino Unido e a 4ª posição da Billboard 200. Nos Estados Unidos as vendas foram inferiores aos 1milhão do Is This It, mas conseguiu disco de ouro. A música de abertura do álbum, “What Ever Happened?”, fez parte da trilha sonora do filme “Marie Antoinette”, de Sofia Coppola, do ano de 2006; “You Talk Way Too Much” foi tema de um comercial da Ford em 2007 e “Reptilia” faz parte da trilha dos jogos Guitar Hero III e Rock Band.
O nome do álbum foi retirado de um trecho de “Reptilia”.

Tracklist:
1. What Ever Happened? – 2:54
2. Reptilia – 3:41
3. Automatic Stop – 3:26
4. 12:51 – 2:33
5. You Talk Way Too Much – 3:04
6. Between Love & Hate – 3:15
7. Meet Me in the Bathroom – 2:57
8. Under Control – 3:06
9. The Way It Is – 2:22
10. The End Has No End – 3:07
11. I Can’t Win – 2:34

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The Strokes – Is This It

22 06 2009

It2001

Is This It é o primeiro álbum da banda indie novaiorquina The Strokes, lançado em 2001.
Disco de impressionante recepção. Tanto por parte do público quanto da mídia. O público cansado das mesmices, a crítica com medo da “morte do rock n’ roll” os chamaram de “a salvação do rock”. Esse disco tá em várias respeitáveis, como no livro “1001 Discos Que Você Deve Ouvir Antes de Morrer”; na posição 89 numa enquete realizada pelo Canal 4 britânico dos “100 Maiores Álbuns de Todos os Tempos”; na posição 367 da revista Rolling Stone dos “500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos”; na posição 100 da revista Spin dos “100 Maiores Álbuns 1985-2005″; na posição 48 do jornal britânico The Observer, que faz parte do grupo Guardian, dos “50 Álbuns Que Mudaram a Música” e na posição 21 da revista Q dos “21 Álbuns Que Mudaram a Música”. Até a capa do álbum é considerada uma das maiores capas de todos os tempos. Se depois disso tudo você ainda tiver dúvidas quanto a qualidade dos garotos Julian Casablancas, Nick Valensi, Albert Hammond Jr, Nikolai Fraiture e Fabrizio Moretti (o brasileiro), te fode!

Tracklist:
1. Is This It – 2:34
2. The Modern Age – 3:32
3. Soma – 2:37
4. Barely Legal – 3:58
5. Someday – 3:07
6. Alone, Together – 3:12
7. Last Nite – 3:17
8. Hard to Explain – 3:47
9. New York City Cops – 3:36
10. Trying Your Luck – 3:27
11. Take It or Leave It – 3:16

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Babyshambles – Down In Albion

21 06 2009

Albion2005

Down In Albion, o primeiro álbum da Babyshambles, 2005, a nova banda de Pete Doherty, ex-Libertines. É uma das bandas que mais tenho escutado ultimamente.
Esse é um disco conceitual, pois conta a história da bela e da fera. É um disco muito bom.
A abertura do álbum, “La Belle et la Bête” (francês para “A Bela e a Fera”) tem os vocais de Pete, claro, e da então namorada dele, Kate Moss (gostosa!). As músicas “Fuck Forever” (“foda pra sempre” mesmo) e “Albion” são as de maiores sucesso do disco. O raggae “Pentonville” foi composta por Doherty e The General, um camarada que ele conheceu enquanto cumpria pena em… Pentonville! É. A vida dele é turbulenta. Até a Amy Winehouse o cara já comeu.
A capa do álbum foi feita pelo próprio Doherty, que também faz pinturas com seu próprio sangue. Mas não sabe por que.

Tracklist:
1. La Belle et la Bête – 5:05
2. Fuck Forever – 4:37
3. A’rebours – 3:23
4. The 32nd of December – 3:08
5. Pipedown – 2:35
6. Sticks and Stones – 4:51
7. Killamangiro – 3:13
8. 8 Dead Boys – 4:16
9. In Love with a Feeling – 2:51
10. Pentonville – 3:49
11. What Katy Did Next – 3:07
12. Albion – 5:24
13. Back from the Dead – 2:52
14. Loyalty Song – 3:32
15. Up the Morning – 5:43
16. Merry Go Round – 5:22

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The Verve – A Storm In Heaven

20 06 2009

Storm1993

Primeiro álbum da banda The Verve. A melhor do britpop (vai se foder você, fanzinho de Oasis).
A Storm In Heaven foi lançado em 1993, não é lá dos meus álbuns favoritos. Psicodelismo não é o meu forte. Mas é muito bom pra quem gosta. Contudo, tem músicas nesse álbum que eu adoro, como “Star Sail”, “Slide Away”, “The Sun, The Sea”, “Virtual World”, “Blue” e “Butterfly”. Butterfly que fala do famoso efeito borboleta. Se você não sabe o que é isso, vai fazer uma busco no Google ou ver um filme.
A capa do álbum é uma foto da Caverna de Thor em Staffordshire, na Inglaterra, a contra tem um homem em pé em um cemitério com rosa em seus pés, passando um sinal de paz; a entrada da caverna na capa representa o útero e o nascimento; o cemitério, obviamente, a morte. Ou seja, o álbum é uma representação da vida. Coisa bem cabeçuda mesmo.
Depois desse álbum a banda deixou mais de lado o psicodelismo e começou a tomar a forma que a consagrou. E é o que eu realmente gosto. A banda também teve que mudar de nome depois desse disco. Eles se chamavam apenas “Verve”, mas já havia uma gravadora com esse nome que ameaçou processar a banda. Só colocaram um “The” na frente.

Tracklist:
1. Star Sail – 3:59
2. Slide Away – 4:03
3. Already There – 5:38
4. Beautiful Mind – 5:27
5. The Sun, The Sea – 5:16
6. Virtual World – 6:20
7. Make It Till Monday – 3:05
8. Blue – 3:24
9. Butterfly – 6:39
10. See You in the Next One (Have a Good Time) – 3:07

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AC/DC – T.N.T.

10 06 2009

TNT1975

Esse é o segundo álbum do AC/DC, de 1975, mas por muitos considerado o primeiro. O motivo é que o primeiro álbum de fato é o High Voltage, mas foi inicialmente lançado apenas na Austrália, país de origem da banda, ainda em 1975. Ele teve o seu lançamento mundial no ano seguinte, 76.
Na minha opinião, que, como eu disse, é o que vale por aqui, essa é a melhor banda do mundo. Esse disco já veio logo pra mostrar a proposta do AC/DC: sexo, bebidas e muito rock n’ roll. Essa é a verdadeira essência da vida!
Excelente disco que contém alguns dos clássicos da melhor banda de todos os tempos!
Delicie-se pelado. Ou pelada.

Tracklist:
1. It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll) – 5:15
2. Rock ‘n’ Roll Singer – 5:04
3. The Jack – 5:52
4. Live Wire – 5:49
5. T.N.T. – 3:34
6. Rocker – 2:51
7. Can I Sit Next to You Girl – 4:12
8. High Voltage – 4:22
9. School Days (Chuck Berry cover) – 5:21

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Metallica – Master of Puppets

8 06 2009

Mop1986

A obra-prima, o único, a grande peça do metal, o espirituoso, o esperto, o astuto, o cético, o irônico, o auto-confiante, o musculoso, o esbelto, o interessante, o mestre dos fantoches… Me faltam adjetivos pra descrever tamanha magnitude. O nome dele é Master of Puppets. Se eventualmente o Metallica tenha sido divisor de águas antes de 1986, dessa vez ele uniu opiniões. Esse disco foi e é adorado, amado, abençoado, influenciador, símbolo sexual. Brilhante do início ao fim. Foi o disco que lançou o Metallica ao estrelato e popularizou o controverso metal e fez dele o que é hoje. As músicas Master of Puppets e Welcome Home (Sanitarium) chegaram ao topo das paradas norte-americanas antes mesmo do lançamento do disco e sem nenhuma tipo de divulgação por parte da banda ou da gravadora. Só no boca-a-boca. Ozzy Osbourne disse: “Essa é a melhor coisa já feita no metal”. Amém.
E se você quer crucificar o Metallica por ter levado o metal ao grande público, você é uma bosta! E não se esqueça que a merda do Linkin Park, aquela sua banda favorita, não seria nada se não fossem os quatro rapazes do oeste dos Estados Unidos, seu bosta!

Tracklist:
1. Battery – 05:09
2. Master of Puppets – 08:32
3. The Thing That Should Not Be – 06:33
4. Welcome Home (Sanitarium) – 06:26
5. Disposable Heroes – 08:16
6. Leper Messiah – 05:39
7. Orion – 08:22
8. Damage, Inc. – 05:30

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